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Os Benefícios dos Exercícios para os IDOSOS


    As evidências confirmam que os exercícios aumentam a capacidade física quanto à capacidade cardiovascular nos idosos (particularmente se realizados com regularidade). De acordo com os especialistas, é possível para pessoas idosas saudáveis retardar o declínio físico e as alterações do corpo associada á idade, incorporando exercícios na sua rotina diária.

Entre os diversos benefícios fisiológicos dos exercícios, encontramos:

->Melhoria da circulação e regularização da função cardiovascular;
->Aumento da oxigenação dos tecidos;
->Melhora da função pulmonar;
->Aumento da tolerância a glicose;
->Fortalecimento dos Ossos;

Os ganhos mais diretos relativos á satisfação pessoal com os exercícios são:

->Manutenção de uma moral mais elevada em termos de aparência pessoal e bem-estar;
->Aumento de agilidade e mobilidade;
->Restauração de elasticidade e força aos músculos;
->Melhoria na postura;

     Acredita-se também que os exercícios influenciam tanto na duração quanto a qualidade da vida, e oferecem um tipo de saúde física e mental que pode garantir um tipo de vida independente, durante a velhice.
        A atividade física proporciona ás pessoas de qualquer idade condições para combater o stress do dia-a-dia, reduzindo a fadiga mental, a tensão e os aborrecimentos. Os idosos que se engajam em exercícios diários estão menos propensos a sofrer fadiga crônica do que aqueles que são inativos. Alem de fazer bem de uma maneira geral os exercícios, os fazem se sentir mais jovens e confiantes.


Alguns pontos importantes na rotina de exercícios para os idosos:
      Uma vez que se proponha a realizar um programa de exercícios, aqui estão alguns aspectos importantes, a serem observados:

è Procure sempre um médico antes para verificar como vai à saúde, e um profissional habilitado de Educação Física para orientá-lo;
è Comece os exercícios gradualmente, de 5 a 10 min. Na primeira vez, especialmente se você estava inativo;
è Aumente o número gradualmente a cada dia – de acordo com sua disponibilidade;
è Respire profundamente. Não prenda a respiração;
è Descanse sempre se necessário entre os exercícios;
è Use uma música para tornar mais agradável os exercícios;
è Preste atenção á aquilo que seu corpo lhe diz sempre;
è Se sentir um desconforto, cuidado, você está querendo ir muito depressa, regrida e normalize;
è Considere os benefícios conseguidos enquanto se exercita.


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Em situações de risco, nosso corpo ganha superpoderes!

     

   Subir escadas quando o elevador não funciona costuma ser o auge do esforço de muita gente. Mas você também pode ter superpoderes em uma situação de vida ou morte.

Força e resistência
Mesmo que por um curto período, nossos músculos são capazes de se contrair todos de uma vez, gerando uma força incomum. Com endorfina, é possível não sentir dor, e os ossos modificam sua estrutura para suportar grandes pressões.

Músculos
1. OXIGENADO
Com a adrenalina no corpo, o sangue circula com mais facilidade e intensidade, levando mais oxigênio aos músculos, que passam a trabalhar mais contraídos. 

2. PODER DA MENTE

Por isso, quando o sistema nervoso envia os impulsos elétricos para estimular os músculos, as fibras de contração rápida são ativadas todas simultaneamente. 

3. RICOS EM FIBRAS

Tudo ocorre a um nível microscópico: cada músculo tem milhares de fibras, que contêm centenas de miofibras.

4. CONTRAIR E COÇAR

Compostas de proteínas, as miofibras são formadas por filamentos menores ainda. Esse conjunto provoca a contração muscular depois de receber o impulso elétrico.

5. ENCAIXE PODEROSO

Os filamentos são dispostos em fileiras. Na contração muscular, um desliza sobre o outro e eles se encaixam - é dessa sincronia que vem a explosão de força.


OSSOS

1. DURO DE ROER

O tecido compacto que reveste o osso funciona como uma capa rígida, composta de cálcio e fósforo. Nervos e vasos saguíneos passam por orifícios em sua superfície.

2. FESTA DO INTERIOR

Por dentro, os ossos têm uma parte mole e viva, composta de fibras de colágeno. 

3. MANIA MOLE

Graças ao interior maleável, o osso é capaz de mudar e se rearranjar para aliviar grandes tensões.

Dor

1. O CAMINHO DA DOR

No segundo em que nos ferimos, o estímulo da dor chega até o cérebro. 

2. ALÍVIO IMEDIATO

Quando o cérebro entende que a dor é muito grande, ele nos poupa da notícia ruim: envia sinais para a hipófise, que libera no sangue a endorfina. Esse analgésico natural obstrui a comunicação entre os nervos, impedindo que os estímulos de dor passem.

Energia

De homem a super-homem: com adrenalina, os sentidos ficam mais aguçados.

1. O PERIGO

Ao sentir medo ou se deparar com uma situação de risco, o corpo sofre uma mudança radical. O hipotálamo (responsável por manter o equilíbrio entre o estresse e o relaxamento) é acionado e envia uma mensagem para que o organismo fique alerta.

2. ROLA UMA QUÍMICA

A glândula hipófise recebe a mensagem do hipotálamo e envia, pelo sangue, sinais que ativam as glândulas suprarrenais (acima dos rins), que produzem adrenalina.

3. HORMÔNIO DO "FICA ESPERTO"

A adrenalina é responsável por criar um estado de prontidão. Ajuda a pessoa a enfrentar o perigo e o organismo a lidar com o estresse.

4. NO SANGUE

Ao cair no sangue, à adrenalina contrai os vasos sanguíneos. Assim, o sangue corre mais rápido, o que aumenta os batimentos cardíacos e o fluxo de oxigênio no corpo. O cérebro fica mais apto a tomar decisões rápidas e os músculos, mais flexíveis. As pupilas dilatam-se para melhorar a eficiência visual e o fígado chega a produzir mais glicose, gerando mais energia.
Num caso de vida ou morte um sedentário pode correr até 5 km queimando glicose e segurar mais 7 km com gordura.

TANQUE RESERVA

Graças à adrenalina despertada pelo perigo, uma pessoa é capaz de correr mais do que o normal. Assim que acaba nosso combustível comum, a glicose, a adrenalina libera o uso de uma fonte alternativa de energia.

VEÍCULO FLEX

Esse combustível extra é a gordura. Geralmente abundante, quando ela entra em ação, você ganha mais um pique para fugir do perigo - e ainda sai um pouco mais magro do processo.


AMORTECEDOR

O joelho, nossa maior articulação, é capaz de suportar 20 vezes o peso do corpo.

1. DIVISÃO DE TAREFAS

Para aliviar as tensões, os joelhos contam com dois meniscos (o medial e o lateral). São cartilagens responsáveis por controlar o peso, estabilizando a articulação.

2. LIGAÇÕES DESEJOSAS

Os tendões e ligamentos conectam o joelho com músculos e ossos, trazendo a força da perna inteira para aquele ponto.

3. REVESTE E LUBRIFICA

Movimentos intensos no joelho? É um trabalho para a membrana sinovial. Além de revestir o joelho, ela produz um lubrificante que reduz atritos.

4. EMBORRACHADO

O amortecedor fica completo com a cartilagem, cuja principal função é absorver impactos. Sua espessura pode chegar até 0,6 cm.

Fontes Camila Luisa Sato, fisioterapeuta formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp); Arnaldo José Hernandez, chefe do Grupo de Medicina do Esporte do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas de São Paulo; Ivan Okamoto, vice-coordenador do departamento de neurologia cognitiva e do envelhecimento da Academia Brasileira de Neurologia. REVISTA SUPERINTERESSANTE - POR 
Giselle Hirata, Alessandra Kalko, Éber Evangelista, Luiz Iria.

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Quais as diferenças entre os tipos de ioga?


   Em geral, todas as modalidades têm um pouco de cada um dos 8 pilares fundamentais da ioga: códigos morais, purificação e estudo, posturas, exercícios de respiração, controle dos sentidos, concentração, meditação e contemplação. Mas cada linha reforça um ou outro método: há práticas que enfatizam a leitura de livros e outras que usam seqüências frenéticas de posturas. “O importante é que o iogue se envolva e pratique adequadamente”, diz o professor Marcos Rojo, coordenador do curso de pós-graduação em ioga na UniFMU, em São Paulo.
  A palavra ioga significa unir, religar, no sentido de ligar o ser humano à sua essência. Os registros mais antigos dessa prática indiana datam de 4 mil a 5 mil anos a.C. A partir de então, o sistema foi organizado nos Yoga Sutras e gerou várias linhagens. É difícil precisar quantas modalidades existem hoje: as linhas foram se separando e sendo adaptadas às necessidades de cada praticante. Todas, porém, têm uma busca comum: alcançar um estado de profundo equilíbrio. “Só há uma ioga. Mas há tantas maneiras de realizá-la quanto pessoas existem”, diz André De Rose, autor de O Livro de Ouro do Yoga.


Fonte: Revista Superinteressante. http://super.abril.com.br/home/

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Corrida Natural


        
         Sabe o que é a corrida natural? Acaba de ser lançado um modelo um tanto irreverente para as nossas corridas de cada dia e inovador para quem prega o uso de sapatos que façam o pé funcionar como se você estivesse descalço enquanto corre. Em outras palavras: o meio do pé encosta no chão antes do calcanhar e assim que a planta do pé encosta inteira no chão, os dedos impulsionam seu corpo pra começar de novo. Esse movimento não é possível com os tênis da chamada corrida tradicional, cujas estruturas fazem com que o calcanhar seja o 1º a encostar as superfícies.


O modelo do Five Fingers
          Dois jeitos diferentes pra fazer a mesma coisa, que podem ter resultados muito diversos. A discussão gira em torno do método que traz mais vantagens, diminuindo o risco de lesões. Enquanto a ciência procura as respostas, os céticos lembram que não adianta mudar de uma hora pra outra, afinal, se seu corpo está acostumado, pode ser perigoso inverter a ordem da pisada de forma brusca. E pros que já se animaram a jogar o tênis no lixo e sair por aí sem nada nos pés: há quem defenda a prática, há quem questione que isso só funciona em superfícies também naturais, como grama e areia – o que exclui aquela corridinha no asfalto, depois do expediente. Os adeptos da corrida natural procuram sapatos específicos como o que virou hit nos EUA: o Five Fingers, da Vibram, funciona como uma luva, demarcando o espaço pra cada um dos 5 dedos. Ficou curioso? A marca acaba de chegar ao Brasil, à venda nas lojas da Track & Field com preços a partir de R$ 289. 


Fonte: http://msn.lilianpacce.com.br



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Os AGMs Estão ai Gente!!





Interessei-me muito sobre esse assunto, quando vi a reportagem na SporTV no domingo passado, já havia conhecimento sobre o assunto, porém, de uma maneira superficial. Bom, estive fazendo uma pesquisa e encontrei as seguintes seqüências e informações:
Em 2004, em pleno início das olimpíadas de Atenas já se discutia muito o assunto dos AGMs – Atletas Geneticamente Modificados. Na época, fazia-se uma comparação dos atletas com então assunto do momento, “alimentos transgênicos”. Dizia-se que a soja, algodão ou tomate transgênico já causava um bocado de discussão. Mosquitos geneticamente modificados para combaterem a transmissão de doenças também criaram celeuma, apesar de estarem um pouco mais distantes no horizonte do cientificamente possível. E que para constituir mais sobre o assunto em questão, descobertas recentes e tratamentos próximos indicavam que estaria raiando a era do atleta transgênico. Atletas procuravam atingir os limites físicos da espécie, correndo, nadando e transportando ou arremessando itens variados, sejam dardos ou pesos de ferro, modificando seu próprio DNA.
No mesmo ano a Wada, sigla em inglês para Associação Mundial Antidoping, já estaria estudando meios de combater a dopagem genética. Como a associação iria fazer isso ainda era um enigma. Pois, na época os recursos para desenvolver algo capaz de constatar eram muito poucos, pra não dizer zero.
Com o avanço dos anos, já em 2010, ou seja, 6 anos depois, Cientistas das universidade de Tübingen e Mainz, na Alemanha, Acreditavam ter desenvolvido um exame de sangue capaz de detectar o doping genético de forma confiável. "Pela primeira vez, está disponível um método direto que utiliza amostras de sangue convencionais para detectar o doping pela transferência de genes. Ele é eficaz mesmo se o doping real ocorreu até 56 dias antes," diz o Dr. Péricles Simon, um dos membros da equipe. "Isso representa um método de custo relativamente baixo para detectar vários dos genes mais comumente usados na dopagem." O estudo mostrando a criação do novo teste para doping genético estudo foi publicada no site da revista científicaGene Therapy.
Segundo o estudo, o teste fornece respostas claras do tipo "sim" ou "não", baseado na presença ou na ausência dos chamados DNA transgênicos em amostras de sangue.
O que é doping genético?
Em vez de tomar uma substância que melhore seu desempenho, no doping genético o atleta recebe um DNA transgênico que força seu próprio corpo a produzir a substância desejada.
"O processo de inserção de genes individuais em células específicas do corpo vem da idéia de curar doenças graves. Imaginava-se que só seria possível detectar o doping genético pela transferência de genes usando um procedimento analítico indireto extremamente dispendioso no campo da medicina molecular," explicou o professor Michael Bitzer, coautor da pesquisa.
O DNA transgênico - ou DNAt - não se origina da pessoa que está sendo examinada, mas é transferido para o seu corpo - muitas vezes usando vírus como meio de transporte - para criar substâncias que melhorem o desempenho, tais como a eritropoietina (EPO), para a formação de glóbulos vermelhos.
"O corpo de um atleta dopado geneticamente produz sozinho os hormônios que melhoram o desempenho, sem a necessidade de introduzir substâncias estranhas ao corpo. Ao longo do tempo, o corpo torna-se seu próprio fornecedor de doping", explicou Simon.
Teste antidoping genético:
"O desenvolvimento de um método confiável para a detecção de mau uso da transferência de genes será usado para garantir que esta nova tecnologia, da qual os efeitos colaterais são apenas parcialmente conhecidos, seja usada exclusivamente no tratamento de doenças graves", disse Bitzer.
O funcionamento do exame para detectar doping genético foi comprovado em um chamado teste de especificidade, em 327 amostras de sangue colhidas de atletas profissionais e amadores.
Os pesquisadores acreditam que agora os atletas deixarão de tirar vantagem do uso da terapia gênica para fins de doping. "No mínimo, o risco de ser descoberto meses depois da transferência de genes ter ocorrido deve intimidar até mesmo os dopados mais ousados", acredita Simon.
O que deu errado?

O exame supostamente desenvolvido para detectar o dopping genético, não foi realmente eficaz o quanto pesquisadores pensavam, e atualmente ainda não se sabe como identificar esses possíveis atletas, pois, a uma imensa cadeia de variações genéticas capazes de inutilizar qualquer tipo de exame, e ao longo do tempo foram se aperfeiçoando técnicas cientificas como forma imprecisar ainda mais a descoberta dos AMGs.  
          Então, se já em 2004, nas olimpíadas de Atenas, já suspeitavam dos AGMs, quem nos garante que em 2008, nas Olimpíadas de Pequim, não existiu efetivamente a participação desses mesmos. E para pesquisadores, os Jogos de Londres 2012 serão o grande laboratório, e na Olimpíada Rio 2016 o doping genético deverá “bombar”.
A questão é: A que nível se chegou uma disputa esportiva, a ponto de modificar o próprio DNA. Seria justo com aquele atleta que realmente, exerce uma função honesta, que usa dos meios tradicionais para desempenhar o seu melhor em sua modalidade? Trapaça, desonestidade? Até quando, suspeitaremos já que não é possível ainda constatar esses AMGs?




Fontes: Folha Online - "Novo tipo de doping pode afetar o DNA" (2004). SporTV Repórter - "Doping Genético". Diário Saúde "Doping genético já pode ser detectado em exame de sangue" (2010).


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